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Uma pessoa que acredita em Deus acima de tudo, SUPER alegre e que acredita que o TEMPO É SENHOR DE TUDO NA VIDA, POIS TUDO COM TEMPO TEM TEM TEMPO. Que sabe também que a RODA da VIDA é feita de ESCOLHAS.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Redes sociais. Virtual. Real. Comunidades virtuais..

Antes de iniciar essa especialização, já participava das redes sociais, mais não tinha a idéia nem o conhecimento do que era, das suas potencialidades. Utilizava apenas uma rede social e ali eu tinha a oportunidade de reencontrar colegas, amigos, parentes, de trocar idéias, e de certa forma manter-me informada sobre vários assuntos.

Mais agora, depois de cursar essas disciplinas nessa especialização, o que mais me assusta é a rapidez absurda com que as coisas mudam e surgem no ciberespaço, são diversas chuvas de informações, é uma verdadeira loucura e por mais que busque me inserir, a cada dia surge um novo desafio. O que de certa forma fico muito preocupada, porque percebo também que o grande vilão de tudo é o “tempo”, já que o mesmo está cada vez "curto" em nossas vidas, dificultando assim acessar, atualizar, interagir em tantas redes sociais como o orkut,facebook, twitter, badoo, blog, entre outros.

Aí fica a questão: Como estar ligada e acompanhar a tudo que vem ocorrendo nas redes sociais? Pois acredito que não basta apenas sermos cadastradas, sabermos de sua existência é preciso interagir e participar ativamente.

A prática docente na era digital... Encantos e desafios




Na era digital, o professor vem sendo a todo o instante desafiado a superar seu papel ditador e detentor do saber para se tornar um mediador, um pesquisador crítico e reflexivo e principalmente que tenha conhecimentos sobre ambientes virtuais, o que exige novos modelos educacionais.

Segundo Lévy. P (1995, p.119), em seu livro : As Tecnologias da Inteligência. Rio de Janeiro: Editora 34. afirma que: “O acesso à educação de qualidade nos países em desenvolvimento ainda deixa a desejar e o nível de conscientização e interesse pelas questões públicas ainda precisam melhorar”.

No entanto, Lévy vislumbra no horizonte da “sociedade em rede” o potencial para uma mudança importante que repercutirá por todo mundo e pergunta se não seria o início desta tão proclamada “conexão global”, o pano de fundo para a emergência de uma “inteligência coletiva”? Num sentido ainda mais abstrato, Lévy diz que poderíamos estar assistindo, já em nossa época, a ascensão da humanidade a um patamar evolucionário mais nobre.

E um dos pontos crucial para essa educação de qualidade sem dúvidas é a formação do professor, para assim acontecerá a modernização do ensino, o que requer a formação continuada dos professores na busca do saber e nas tomadas de consciência sobre sua prática e o seu fazer pedagógico.

Ao longo dos anos, observa-se que o papel do professor vem sofrendo buscas mudanças e ao mesmo tempo estão sendo acrescidas de novas exigências à sua função.

MORIN, E, em seu livro Os sete saberes necessários à educação do futuro. 5ª ed. São Paulo: Cortez; Brasília: UNESCO, 2002, diz que “ Educar para aprender é o novo desafio posto para os educadores, exigindo muito mais flexibilidade espaço-temporal, pessoal e de grupo, menos conteúdos fixos e propostas mais abertas de pesquisa e comunicação”.

Para MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos e BEHRENS, Marilda. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica.16ª ed. Campinas: Papirus,2009, p.12-17
Afirma que:

”[...] A internet será ótima para professores inquietos, atentos a novidades, que desejam atualizar-se, comunicar-se mais. Mas ela será um tormento para o professor que se acostumou a dar aula sempre da mesma forma, que fala o tempo todo na aula, que impõe um único tipo de avaliação[...]”.

E isso vem se afirmando, quando se observa que muitos professores não acreditam mais na transformação da sociedade, porque para que isso aconteçam se faz necessário estar continuamente (re)significando sua pratica, é estar sempre atualizando-se e muitos não querem. Desejam fazer apenas o beabá e pronto. Percebo em vários discursos que muitos professores não acreditam na transformação dos seus alunos,não querem mais planejar, pois fazer isso é como afirma (PARRA apud SANT'ANNA et al, 1995, p. 14). Para Planejar é "se preocupa com o 'para onde ir' e 'quais as maneiras adequadas para chegar lá', tendo em vista a situação presente e as possibilidades futuras, para que o desenvolvimento da educação atenda tanto as necessidades da sociedade, quanto as do indivíduo".

Metáfora do Relógio

Na Metáfora do relógio, O filme aborda a reflexão do pensamento humano, através dos tempos, que por vezes não se modifica, continua estagnado no passado, sem buscar inovações.
Concordo com o colega Sidnei quando ele se refere a nossa prática diante de tantas mudanças, pois “na educação uma aula não é a mesma de sempre com o uso das tecnologias, pois o uso das tecnologias na educação modificam a educação, uma vez que ensinamos diferente e os alunos aprendem e também nos ensinam de formas e maneiras bem diferente do convencional”

Desse modo de acordo com Pierre Levy, se não estudarmos, não atualizarmos os nossos conhecimentos tecnológicos, assim meu aluno aprenderá de uma forma bastante diferente da que eu aprendi, mas, aprenderá, para ele o processo de atualizar e problematizar bem mais simples do que o meu. Sem falar que meu aluno é da era digital, virtualizar e potencializar para ele é bem mais simples do que foi para mim.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Virtualização e Problematização




O vídeo “a criança e o consumo” apresenta alguns vídeos os quais mostram onde (nós) adultos devemos refletir diariamente sobre o que as nossas crianças estão assistindo

na mídia, pois esse apelo constante da mídia pode trazer grandes e futuros problemas para elas e para nós. Tais como: a Erotização precoce, o bullyng, a delinqüência, o consumo excessivo, as drogas, obesidade, etc.

Cabendo uma grande responsabilidade á família e nós educadores para delimitar o que as nossas crianças devam de fato assistir. Procurando mostrar, falar, discutir sobre temas morais, religiosos, reviver as brincadeiras lúdicas, trabalhar com as músicas, mostrando qual a mensagem que a letra da música quer nos transmitir. No texto de Nelson Preto ele mostra que na escola de hoje há muito conteúdo e poucas crianças sujando as mãos com tinta, fazendo experimentos, brincando de subir em árvores etc.

Nós como educadores temos o dever de modificar este sistema atual nos apropriando dos recursos da Cibercultura e como ele trazer de volta as experiências vividas por (nós) que fomos crianças das décadas de 80 e 90 não permitindo que nossas crianças fiquem refém das máquinas.

O vídeo do professor André Lemos nos proporciona a fazermos uma analise da importância da Cibercultura com o acompanhamento direto do educador. Sendo a Cibercultura de grande importância na medida em que ela proporciona ferramentas diversas que bem acompanhada permite ao professor um desenvolvimento da leitura e da expressão escrita e verbal do educando muito boa, criando uma vasta possibilidades de discussões sobre os temas lidos e propostos, podendo inclusive criar escritas colaborativas o que trará ao grupo um enorme crescimento .Mas sempre devemos lembrar que o contato físico deve sempre existir , se não, nos tomaremos reféns dessas máquinas. O autor também me fez refletir com sua frase que, no que se refere a tecnologia, devo priorizar não só a leitura, como a escrita em ambientes virtuais, já que segundo ele viemos de uma era chamada de Pré-digital” era esta em que nós fomos educados a ler muito ou um pouco de tudo.

O professor André Lemos também ressalta que a velocidade das transformações tecnológicas nos obriga a compreender a utilização de diversos equipamentos e ferramentas para problematizar nossa prática, nossa utilização com os nossos discentes, estando sempre receptivos para as inovações, mas tendo os devidos cuidados para não nos tornarmos reféns delas.

Para a educação, a questão crucial é perceber que toda essa mudança é uma forma de pensar e agir através de dois termos: virtualização que me permitir ler e problematizar as coisas, que eu vou constantemente atualizando na minha fala, levando aos alunos estarem sempre problematizando com a minha fala, fazendo escritas e a reescritas de informações.

domingo, 5 de dezembro de 2010

'O Facebook vai superar o Google', diz 'biógrafo' da rede

Autor do livro que originou o filme 'A Rede Social', escritor americano diz que site se tornará o maior endereço eletrônico do planeta.

Aos 41 anos, o escritor americano Ben Mezrich é considerado um dos maiores desafetos de Mark Zuckerberg, a grande mente por trás do Facebook - a mais numerosa e bem-sucedida rede social do planeta, com 500 milhões de usuários. Mezrich conquistou a antipatia de Zuckerberg ao reconstituir a história dos bastidores da criação do site e dar a ela o título de Bilionários por Acaso: A Criação do Facebook, Uma História de Sexo, Dinheiro, Genialidade e Traição. A história virou livro (Intrínseca, 232 páginas, 29,90 reais), e o livro, filme: A Rede Social, que estreia nos cinemas brasileiros na proxima sexta-feira. Ciente de que a história que emergiria das páginas do livro não era a que ele esperava, Zuckerberg não cedeu sequer um minuto ao "biógrafo" do Facebook. Isso, contudo, não impede Mezrich de reconhecer a genialidade do criador e da criatura. "Mark tem elementos de Bill Gates e Steve Jobs. E também é único", diz o escritor, a respeito do criador. E profetiza acerca da criatura: "O Facebook será maior do que o Google". Confira a seguir a entrevista que Mezrich concedeu ao site de VEJA.
Leia também: Facebook vai sofrer para bater Orkut no Brasil

Como surgiu a idéia de escrever um livro sobre o Facebook?
Um estudante da universidade de Harvard me enviou um e-mail dizendo que seu amigo era de fato o cofundador do Facebook. Mas ninguém o conhecia. Marquei diversos encontros e fui apresentado ao brasileiro Eduardo Saverin. Também estudante da instituição, ele relatou sua história, repleta de drama, e com boas chances de virar um livro. Foi minha primeira fonte. Demorei aproximadamente um ano para concluí-lo.

Quantas conversas você manteve com Saverin?
Ao todo, passei seis meses falando com Eduardo. Ele veio falar comigo por ser fã de um livro meu, Bringing Down the House, e, durante nosso bate-papo, percebi que era uma pessoa séria. Gostei bastante de conhecê-lo.

Em Harvard, o sexo é sinônimo de recompensa?
Em qualquer faculdade, o sexo e a criação de laços sociais são aspectos cruciais da vida. É neste espaço que você constrói sua vida social e profissional.

Então, podemos dizer que o Facebook começa, aparentemente, incentivado pelo desejo de fazer sexo?
Por se tratar de pessoas socialmente desajeitadas e que tiveram dificuldades de conversar com garotas, criar uma rede social permite maior sociabilidade. Portanto, é um modelo que é incentivado pelo sexo.

O que faz o Facebook ser tão grande?

Facebook é uma rede social perfeita. Aos cadastrados, fica a sensação de que a vida off-line foi toda transferida ao mundo virtual construído no site. Além disso, o espaço foi criado como algo bem exclusivo, direcionado anteriormente apenas aos estudantes de Harvard. Uma vez aberto ao grande público, todas as pessoas conectadas queriam fazer parte.

Por que Zuckerberg não concedeu nenhuma entrevista para o livro?

Passei um ano tentando agendar a entrevista. Foi um fracasso. Não obtive resposta. Mark já sabia que não poderia pautar ou controlar o que eu iria escrever. Ele já sabia, é claro, que eu conversara com pessoas que se sentiam traídas por ele. E ele simplesmente não quis mostrar seu ponto de vista.
Qual a sua opinião sobre o livro O Efeito do Facebook, de David Kirkpatrick?

David é um bom jornalista, mas escreveu um livro com total colaboração de Mark Zuckerberg. É apenas a história do fundador do Facebook e nada mais. Ele conta uma história bonita da empresa, mas sem falar com Eduardo ou os gêmeos Winklevoss (ex-estudantes de Harvard que alegavam que Zuckerberg roubara deles a ideia do Facebook. Na Justiça, os gêmeos ganharam a causa e 65 milhões de dólares), por exemplo. É uma abordagem subjetiva e sem nenhum detalhe que Mark não aceitasse. Uma pena, pois perde-se uma chance de contar a principal história sobre a fundação de um gigante da web.

Em entrevista a VEJA, David Kirkpatrick disse que Zuckerberg é o novo Bill Gates. Você concorda?
Mark tem elementos de Bill Gates e Steve Jobs. E também é único.

Você assistiu ao filme A Rede Social?

O filme conta detalhes do livro e é realmente fantástico. Cada cena da obra está presente no Bilionários por Acaso.
Foi um ótimo trabalho de adaptação Zuckerberg é realmente um bilionário por acidente?
Mark nunca se preocupou com dinheiro – e era ingênuo. Apesar de ser um dos homens mais ricos do mundo, segue com a mesma vida. Ele conseguiu provar o que pode fazer e sempre foi uma pessoa muito fria. Mas de volta à sua pergunta: sim, ele é um bilionário por acidente. Não se esperava o crescimento tão vertiginoso de sua empresa.

Qual é o futuro do Facebook?

Facebook será o maior site do mundo, superior ao próprio Google. E tem boas chances de valer 100 bilhões de dólares um dia.


http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/o-facebook-sera-maior-que-o-google”-diz-biografo-da-rede

"A Rede Social",

O filme "A Rede Social", centrado na história do criador do Facebook, foi agraciado nesta quinta-feira com os prêmios de melhor filme, melhor diretor, melhor ator e melhor roteiro adaptado da Associação Nacional de Críticos de Cinema dos Estados Unidos. "Achamos que este filme representa uma dramática história que continuará vigente ao longo do tempo e atrairá muitas gerações", afirmou no site dos prêmios a presidente da associação, Annie Schulhof.
A produção, que narra a história do bilionário mais jovem da história, o criador da rede social Facebook, Mark Zuckerberg, cativou o público desde sua estreia e foi selecionada entre mais de 250 filmes analisados neste ano. A Associação Nacional de Críticos de Cinema dos EUA, que distribui os prêmios desde 1919, laureou o filme também por melhor diretor, para o americano David Fincher ("Seven", "Clube da Luta"), melhor ator, para o jovem Jesse Eisenberg, e melhor roteiro adaptado.
Os prêmios, que para muitos especialistas alimentam as chances do filme no Oscar de 2011, elegeram também as dez melhores produções do ano, entre os quais o último filme de Clint Eastwood, "Hereafter", e "A Origem", protagonizado por Leonardo DiCaprio.
A inglesa Lesley Manville levou o prêmio de melhor atriz por sua atuação em "Another Year", enquanto os prêmios de melhor ator e melhor atriz coadjuvantes foram para o também inglês Christian Bale, por "O Vencedor" ("The Fighter"), e para a australiana Jacki Weaver, por sua interpretação em "Animal Kingdom". O filme também foi escolhido pela crítica americana como uma das dez melhores produções independentes do ano, ao lado de, entre outras, "O Escritor Fantasma", de Roman Polanski, e "Um Lugar Qualquer", de Sofia Coppola.
Este último filme também levou o prêmio especial da crítica por seu roteiro, direção e produção. A láurea de melhor filme em língua estrangeira foi para "Homens e Deuses", um drama dirigido por Xavier Beauvais que já recebeu o Grande Prêmio do Festival de Cannes. "Toy Story 3" foi escolhido a melhor animação, enquanto o melhor documentário foi "Waiting for Superman" e o melhor roteiro original, "Enterrado Vivo".

sábado, 28 de agosto de 2010

As novas Formas de Pensar e de Aprender Andréa Ramal

O que vi

Uma narrativa sobre as novas formas de pensar e aprender neste novo momento histórico, em que nos comunicamos em rede. Estamos na era da cibercultura e a forma de ler, ver imagens e textos não tem mais uma linearidade.(tribos indígenas, conexão sinapse, salas de reunião, textos e imagens digitais, ambientes de trabalho, sala de aula, jornalismo, tecnologias diversas.

O que ouvir

Que existem três fases da mentalidade humana: oralidade, a escrita e o pólo informático mediático.Que os links fazem parte desse novo momento e surgem com isso os hipertextos. Os textos não têm um fim em si mesmo. Somos leitores e autores dos nossos próprios textos colaborando com a construção coletiva do conhecimento.( ciberespaço, interativo, humano, virtual, vivo, autoral, sociolingüístico).

O que senti

Sentir que esse fenômeno provoca nas pessoas uma sensação de desatualização de angustia, pois não conseguimos dar conta de tantas informações e fazemos múltiplas atividades ao mesmo tempo.